domingo, 27 de fevereiro de 2011

Ansiedade

SALMO 114

1.Aleluia. Amo o Senhor, porque ele ouviu a voz de minha súplica,
2.porque inclinou para mim os seus ouvidos no dia em que o invoquei.
3.Os laços da morte me envolviam, a rede da habitação dos mortos me apanhou de improviso; estava abismado na aflição e na ansiedade.
4.Foi então que invoquei o nome do Senhor: Ó Senhor, salvai-me a vida!
5.O Senhor é bom e justo, cheio de misericórdia é nosso Deus.
6.O Senhor cuida dos corações simples; achava-me na miséria e ele me salvou.
7.Volta, minha alma, à tua serenidade, porque o Senhor foi bom para contigo,
8.pois livrou-me a alma da morte, preservou-me os olhos do pranto, os pés da queda.
9.Na presença do Senhor continuarei o meu caminho na terra dos vivos.

Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/01/21/114.php#ixzz1F9NQStFZ

COMO SE LIVRAR DA ANSIEDADE




1- Respire fundo, lenta e compassadamente pelo maior tempo que você for capaz, pois isto ajuda a desacelerar fisiologicamente o cérebro e por conseqüência a mente.



2- Entenda que quando um problema novo se configura a sua frente, a solução não esta na sua mente, não esta no seu pensamento, e sim no fato em si. Quando for possível olhe para o novo, procure entende-lo, aumente as suas informações e o seu conhecimento sobre ele. Não busque referencias anteriores, pois isto aumentara a sua ansiedade. Se não for possível olhar para o problema (como no exemplo da entrevista) procure não pensar nele, tente distrair a sua mente com outra coisa, brigue com ela para não pensar na entrevista e em suas conseqüências.



3- Aceite a falta de controle, abra mão da prepotência da sua mente e entenda que não somos deuses superpoderosos que tudo podemos controlar. Uma parte de nossa vida tem que entregar a Deus, ao destino a sorte e... Seja o que Deus
quiser...



4- Problemas e novidades se resolvem com ação e não com pensamento, é preciso fazer o melhor que esta a nosso alcance, focado, ligado no real. O que esta além do nosso melhor esforço não podemos controlar.




5- Aceitar a possibilidade de perder, não querer ganhar a qualquer custo, pois isto acelera a mente e aumenta e muito a chance de derrota.



6- Aceite conviver com a insegurança quando ela surgir a sua frente, não queira se livrar dela, não tenha pressa. Quanto mais você aceitar conviver com a insegurança, mais calmamente ela ira embora e mais a sua mente se acalmara. Quanto mais você tentar se livrar dela, mais ela se tornara ansiedade.



7- Não se deixar enganar pela mente. Quando ela ficar buzinando internamente que o pior vai acontecer, usar a palavra mágica: " Seja o que Deus quiser...". " Foda-se..."



Resumindo, mente acelerada é mente desequilibrada, para livrar-nos da ansiedade devemos aprender a escapar do domínio e desacelerar a nossa mente.

Dr. Isaac Efraim, psiquiatra, marido da querida @Rosana

A conquista da serenidade















* * *
Slides Beth Norling


Redação do Momento Espírita, e pensamentos do verbete Serenidade, do livro Repositório de sabedoria, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.


site: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=1603&let=C&stat=0

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

PARABÉNS, Steve Jobs !!!!

24 de fevereiro de 1955. Foi quando, de última hora, as pessoas que seriam os pais adotivos de Steve Jobs decidiram que na verdade queriam uma menina. Foi aí que os pais adotivos dele, que estavam na lista de espera, receberam uma ligação de última hora. A ligação era sobre o nascimento de Steve Jobs, e a pessoa na linha perguntou se os pais tinham interesse em adotar o garoto. Eles disseram: “É claro!”.
Foi nesse dia que uma das mentes mais brilhantes atuais (deste século) nasceu. Já pararam para pensar que se os que seriam pais adotivos dele não desistissem de última hora da adoção, os “novos” pais adotivos não adotariam ele. Se os atuais pais adotivos dele não tivessem adotado ele, ele nunca teria deixado a faculdade para entrar na aula de caligrafia. Se ele não tivesse entrado na aula de caligrafia, ele nunca usaria seu conhecimento para começar o grande projeto de sua vida: o Macintosh, com o uso de toda sua experiência em caligrafia, que garantiu aos computadores pessoais toda essa brilhante tipografia que eles têm hoje.
O homem é um dos poucos que têm a coragem de deixar seu coração tomar as decisões importantes, e hoje, completa 56 anos. Por sua genialidade, ele levou as ações da Apple de $3 para $350 dólares. Por ser tão inteligente, Steve tem fãs espalhados pelo mundo inteiro, que não só admiram seu trabalho, como admiram sua visão sobre a vida.
Portanto, que fique aqui nossos sinceros votos de feliz aniversário à Steven Paul Jobs (conhecido por todos nós como Steve Jobs), e nossos desejos de que ele se recupere de seu câncer e continue fazendo seu trabalho, o que ele ama, o mais rápido possível.


Todos nós podemos aprender com o exemplo de Steve Jobs

Por Graham Bower
Para pessoas como eu, e os outros 28 milhões que vivem com câncer, personalidades como Steve Jobs são exemplos incríveis. Quando eu fazia quimioterapia, há três anos, fui muitas vezes tentado a pensar “Por que eu?“. Mas aí eu me perguntava, “Por que Steve Jobs? Por que Lance Armstrong?”. Refleti sobre as coisas notáveis que eles alcançaram após o início do tratamento. O seu exemplo inspirador me ajudou muito mais do que eu posso dizer com palavras.
Steve Jobs prefere não falar sobre seu câncer. Ele prefere se concentrar em seu trabalho. Devemos respeitar sua escolha.
Quando alguém não está bem, a última coisa de que precisa é de um monte de gente fazendo alarde sobre isso. E se optar por manter suas questões de saúde para si mesmo, seus desejos devem ser respeitados. Ninguém tem o direito de saber a condição médica de outra pessoa.
Discutir publicamente o estado de saúde de alguém e especular sobre o seu prognóstico édesrespeitoso e desnecessariamente negativo.
Quando eu fiquei doente e fui submetido à quimioterapia, eu tive a sorte de ser capaz de continuar o meu trabalho diário, administrar uma empresa de pequeno porte. O que tornou isso possível para mim foi a força interior, o pensamento positivo e o incentivo da minha família, amigos e colegas em torno de mim, que tinham a abertura de espírito suficiente para se concentrar no que eu poderia fazer, e não naquilo que eu não podia.
Nenhum de nós está imune a doenças ocasionais. Uma em cada seis pessoas no mundo são diagnosticadas com câncer em algum estágio de sua vida (uma em cada três os EUA). Todos nós [que temos a doença] precisamos de espaço para começar bem, do nosso próprio jeito, e com a ajuda de profissionais médicos qualificados.
Se você conhece alguém que está vivendo com câncer, a melhor maneira de ajudá-lo é dar foco nos aspectos positivos, dar-lhes o espaço para lhe contar muito ou pouco, de acordo com sua vontade, e ter a mente aberta sobre o que eles são capazes de alcançar .
O ano de 2011 promete ser incrível para a Apple. Vamos nos concentrar nisso e deixar a oncologia para os profissionais.
Texto original em inglês.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Os dedos teclam o que está no coração




Na era digital estamos sedentos de ouvir Deus falar

Recentemente, um artigo publicado na edição on-line da revista Science tentou responder quantas informações há dando voltas ao mundo. O número é algo impressionante: 295 exabyte, ou seja, “315 vezes todos os grãos de areia da face da terra”, segundo os cálculos de uma agência de notícias.

Um outro dado interessante é que quase todas essas informações são frutos da era digital e estão armazenadas em servidores ou na nossa troca de informações por intermédio de aparelhos tecnológicos, como celulares, GPS's e televisores.

Duas perguntas me vieram ao pensamento: “Como contaram os grãos de areia da face da terra?” e “Para onde caminha a humanidade com tantas palavras?”.

De fato, estamos na era da informação, sendo plasmados pela cultura “high-tech”, pelo sistema “very fast” (muito rápido). Comemos rápido, andamos apressados, trabalhamos de modo ligeiro, convivemos pouco, vivemos estressados – sinta-se livre para colocar mais sinônimos.

Mas, talvez, o perigo maior não esteja na quantidade ou na velocidade da informação em si, mas na seleção das verdadeiras palavras, no discernimento do que estou recebendo, porque o receptor de todos esses “bytes” é o homem.

Em nossa cultura digital, nem tudo o que transborda é verdadeiramente uma palavra que preencha o coração do homem. Uma prova disso é que temos 5 mil "amigos" ou seguidores nos nossos perfis de redes sociais e quando deitamos a cabeça no travesseiro parece que a solidão também faz parte do nosso grupo de "followers" (seguidores). Talvez, se fizessem uma pesquisa, constatassem que o aumento de palavras (informações) no mundo também é proporcional ao aumento do vazio interior do homem, pois “[O Verbo] era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. Estava no mundo e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam” (Jo 1, 9-11)

Sim, estamos sedentos de ouvir Deus falar. No fundo do coração e de sua consciência, o ser humano quer Deus e O procura; mas “como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue?” (Rom 10, 14).

Eis aqui o desafio que nos é proposto por Bento XVI: mostrar o Rosto de Cristo nesta cultura digital. Teclar o que está contido num coração conquistado por Jesus, mostrar que o pedido da humanidade ainda está contido na prece que fazemos em cada Eucaristia: “Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e eu serei salvo”.

Em meio a "exabytes" de vozes, guardemos "A Palavra" e fiquemos com Jesus Cristo, para que o mundo seja salvo. Basta o Verbo, o Filho de Deus, revelado a nós e transbordado por nosso intermédio para que, também, essa cultura “high-tech” sinta o suave “perfume de Cristo” (cf. II Cor 2, 15).

Esta é a profecia que devemos levar ao mundo digital, pois, se a boca fala do que está cheio o coração, os dedos teclam o que também está nele.

“Tudo isso para que procurem a Deus e se esforcem por encontrá-lo como que às apalpadelas, pois na verdade ele não está longe de cada um de nós” (Atos 17, 27)

Convido você para atender o apelo de Bento XVI no mundo digital. Vamos fazer uma "Revolução Jesus" na internet e ecoar a Palavra de Deus que diz "Desperta, tu que dormes! Levanta-te dentre os mortos e Cristo te iluminará" (Ef 5, 14).



Daniel Machado
conteudoweb@cancaonova.com

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Implosão da Ala Sul do HUCFF - "Perna Seca" do Hospital do Fundão - 2 meses




No dia 21 de junho de 2010, um forte estrondo, provocado por abalo nas estruturas da ala abandonada do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro, levou os técnicos que avaliaram a situação a decidir pela demolição da parte afetada do prédio. No início do mês de novembro o hospital começou a ser desativado para possibilitar a realização da implosão, que aconteceu às 7h do dia 19 de dezembro de 2010.








Projeto Monumental


Arquipélago das 9 ILHAS de Manguinhos em 1945, que comporiam , após aterramentos, a Futura Cidade Universitária da UFRJ.
Acervo: Arquivo Histórico do ETU/UFRJ



Construção da Ilha Universitária e dos primeiros prédios- Hospitais, Engenharia, Arquitetura



Construção do inconcluído Hospital Universitário



A “inauguração” de nossa cidade universitária, na ilha do Fundão, deu-se “simbolicamente” em duas datas : em 01 de outubro de 1953, Getúlio Vargas inaugurou o Instituto de Pediatria e Puericultura. Posteriormente, a 7 de setembro de 1972, nas comemorações do sesquicentenário da independência, o General Médici “concluía” , oficialmente, a construção da cidade universitária, após sucessivos anos de paralisações . Este longo período de discussões, obras e interrupções já evidencia a problemática deste empreendimento. Num período de embates e polarizações ideológicas, a construção do campus de nossa universidade se mistura à própria história de nosso país.



Atualmente



A escala inusitada e gigantesca do hospital, com dois mil leitos e 200 mil m2, respondia à demanda de estabelecer uma referência nacional, de defini-lo como o ponto alto do principal centro universitário do País. Jorge Moreira assumiu o legado da significação simbólica do edifício conforme previsto nas propostas de Le Corbusier e Lúcio Costa (1936), que o identificava como o ícone principal do campus. Daí o cuidadoso e elaborado desenho, baseado em uma precisa geometria axial (a lâmina principal com as asas perpendiculares formando um duplo T), dois volumes de 11 pavimentos sustentados por pilotis de dupla altura, com um embasamento horizontal estendido ao longo da dimensão principal, que abrigava os principais serviços médicos para o grande público.

Mas a realidade ficou distante dos desejos, aspirações e ilusões dos intelectuais, arquitetos e políticos que imaginaram o futuro do Brasil nos anos de 1950. Com a mudança da capital para Brasília em 1960 as grandes obras federais para a agora velha capital foram paralisadas - como as da UFRJ. As obras do hospital permaneceram interrompidas até 1974, e naquele ano o governo militar decidiu completá-las para a abertura parcial do Hospital Universitário. Resolveu-se utilizar somente a metade da estrutura, sem qualquer reconhecimento ao projeto original.
Semi-abandonada e desprovida de manutenção por 50 anos, a estrutura de concreto armado da seção vazia não suportou a passagem do tempo e algumas colunas dos pilotis cederam, fato que levou à decisão da sua derrubada definitiva.



A primeira etapa do processo consistiu na demolição manual da ligação entre as duas alas do hospital - uma ocupada, outra há muito abandonada. Iniciada em agosto, esta etapa visava a abertura de um vão de 20 metros de largura entre as duas alas a fim de isolar a ala sul, cuja estrutura estava seriamente comprometida, e evitar que a parte ocupada do hospital fosse afetada por vibrações resultantes da implosão.





Diante dele, não há como não pensar em todos os desvarios que foram erguidos em nome da arquitetura moderna. Mas também em todos os desvarios que se seguiram – na arquitetura, na saúde pública, na política-, e obstaculizaram tanto a conclusão do hospital quanto o uso da parte nunca inaugurada do prédio para outros fins (como um hotel ou um alojamento, quem sabe).

O fato é que a demolição parcial do Hospital Universitário vai gerar mais uma mutilação irreparável na paisagem e no patrimônio da arquitetura moderna do Rio de Janeiro, que já padece com o corte feito ao edifício em curva de Affonso Eduardo Reidy na Gávea, nos anos 80. Então mesmo que a demolição seja necessária, que o custo da recuperação do edifício inteiro seja inviável, e até que este seja o ônus a ser pago pela utopia modernista, muitas pessoas estiveram no Fundão no último domingo antes do Natal, com a câmera na mão, e os olhos molhados.



A implosão de metade abandonada do Hospital das Clínicas da Universidade do Brasil - a chamada "perna-seca" - não teve a mesma repercussão internacional que a demolição do conjunto habitacional Pruitt-Igoe em Saint Louis, de Minory Yamasaki (às 15h32 de 15 de julho de 1972), e que para muitos especialistas marcou o fim do movimento moderno e o início do chamado pós-modernismo.

A destruição de metade do edifício que abriga o hospital universitário ficará visível como uma eterna ferida, uma cicatriz arquitetônica, uma evidência da crise do projeto social associado ao movimento moderno. Na segunda metade do século 20 foram demolidos inúmeros prédios do movimento moderno no mundo. No entanto, não se tem notícia da "preservação" de metade de um edifício. Surgem sérias dúvidas sobre o valor estético de uma ruína modernista, como será a permanência da metade do hospital, convertida em uma triste imagem de um pesadelo que substituiu a concretização da utopia.



Segundo o reitor da UFFRJ, Aloísio Teixeira, um novo hospital será construído na área que ficará disponível após a remoção dos escombros. “Estamos virando uma página de megalomania, de autoritarismo e criando condições para avançar na construção de uma universidade melhor. Um sistema público de atenção à saúde melhor. Este hospital que estamos prevendo será mais amigável, mais moderno, com mais recursos, significando melhorias para a universidade e para a saúde do Rio de Janeiro”, afirma Teixeira.

Com a construção do novo hospital, a ala onde hoje funciona o atendimento clínico e ambulatorial do HUCFF, será aproveitada com salas de aula, gabinetes de professores e salas de pesquisa. Segundo Teixeira, uma emenda parlamentar assegura recursos para a elaboração do projeto básico. Com o compromisso dos ministérios da Educação e da Saúde, no repasse das verbas, o projeto executivo poderá estar concluído até o fim de 2011.

Baseada nos textos de Roberto Segre e José Barki, Ana Luiza Nobre e Rui Zilnet

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Incêndio na Cidade do Samba

PORTELA
UNIÃO DA ILHA
GRANDE RIO

MUITA GARRA COMUNIDADE!!!

No meu blog Carnaval 2011 tenho acompanhado esta paixão brasileira que é o Desfile das Escolas de Samba.  Este blog tem o objetivo de reunir em um só lugar, como num albúm de família, as informações sobre o desfile de todas as Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Uma bela recordação de um evento muito importante para a cultura brasileira, principalmente para os cariocas, que nasceram no berço do samba. Foi criado em outubro de 2010 para o projeto de conclusão do meu curso de webdesigner. 
Espero que gostem e deixem um recadinho pra mim.



Hoje acordei com esta lamentável notícia do incêndio na Cidade do Samba. Fiquei muito triste ao ver o trabalho de tanta gente ser consumido pelo fogo, mas tenho a impressão que mesmo assim o carnaval deste ano vai ser inesquecível. Portela, Ilha e Grande Rio mostrarão na avenida que emoção e raça é o que faz o Carnaval ser este espetáculo maravilhoso e não o luxo e o dinheiro. 

♫♪Meu barracão amanheceu pegando fogo, fogo, fogo♪♫ 
Samba... Agoniza mas não morre, alguém sempre te socorre antes do suspiro derradeiro...


Alterações:

O grupo especial do carnaval do Rio de Janeiro não terá rebaixamento em 2011. A decisão foi tomada pela Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) na noite desta segunda-feira (7), após o incêndio na Cidade do Samba, na Zona Portuária, que destruiu os barracões da Grande Rio, União da Ilha e Portela. Também ficou decidido que as três escolas não serão julgadas.

Além disso, haverá mudança na ordem dos desfiles. A Portela, que desfilava na segunda-feira - assim como as outras duas escolas atingidas – passará para o domingo, no lugar da Mocidade, que teve seu desfile transferido para segunda.
Como consequência das mudanças deste ano, em 2012 duas escolas serão rebaixadas para o grupo de acesso, em vez de uma, para voltar a equilibrar o número de agremiações no grupo especial.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Alerta de chuvas

O que a tragédia no Rio nos ensina

1. Melhorar sistemas de alerta e ter mais radares em rede

Supercomputador Tupã, instalado em prédio do
Inpe em Cachoeira Paulista. (Foto: Divulgação)

Apesar de o País contar agora com o Tupã, supercomputador que rodará modelos de previsão mais precisos - a resolução de 20 km passará a ser de 5 km -, é necessário investir em soluções complementares. Com o aquecimento global, a tendência é que chuvas intensas sejam mais frequentes. É urgente a criação e manutenção 24 horas de centros meteorológicos em cada Estado e a ampliação do número de radares ligados a uma central.

INPE obtém dados de satélites para avaliar desastre no Rio de Janeiro 19/01/2011

2. Integrar, equipar e mapear para agir rápido e ser eficaz

Paes apresenta o Centro de Operações Rio, que servirá de QG em casos de emergências
Caso seja dado o alerta de emergência, é necessário que ele chegue rápido aos locais apontados. E, para o alerta ter eficácia, é preciso que prefeituras, governos estaduais e federal estejam articulados e preparados para agir rápido, com base num plano de contingência consistente e centralizado em um comando único. Criar defesas civis municipais, equipar melhor as que existem e mapear todas as áreas de risco são ações fundamentais.

3. Informar, educar e avisar as pessoas sobre o alerta


Como a população não está acostumada a esse tipo de alerta, é necessário investir em educação nas escolas e por meio de cartilhas que preparem para o que fazer caso seja necessário evacuar as casas. As pessoas precisam ter garantia de que já terão um abrigo e saber como se deslocar até o local. Prefeituras e Defesa Civil devem organizar cadastros detalhados dos moradores em áreas de risco e saber quem tem dificuldades de locomoção.

4. Acabar com áreas de risco requer controle do solo



Se as chuvas intensas tendem a ser mais frequentes nos próximos anos, o impacto delas deve ser ainda pior caso a ocupação de áreas de risco continue crescendo desordenadamente no País. Para retirar todas as pessoas e evitar novas ocupações, é preciso oferecer opção de moradia segura e controlar efetivamente o uso e ocupação do solo. Deve haver fiscalização e cumprimento das leis e contenção da especulação imobiliária.

5. Restituir e conservar várzeas dos rios, encostas e florestas



Para recuperar e ao mesmo tempo proteger cidades encravadas em regiões serranas uma solução é a criação de parques naturais, ao longo das várzeas de rios. Quando transformados em unidades de conservação ou em áreas de preservação permanente, os locais não podem mais ser ocupados. O desafio, nesse caso, é retirar quem já mora nessas áreas. Outra medida é evitar a canalização de cursos d'água e a impermeabilização do solo.

6. Saber construir para mitigar impacto da chuva



Além de ações de grande porte, que envolvem poder público, ações individuais, principalmente se multiplicadas, contribuem muito para diminuir os efeitos devastadores das chuvas.

Recuperar jardins, manter quintais permeáveis, instalar telhados verdes e tanques para reter água, que pode ser usada para regar plantas, aumentar permeabilidade de pisos e calçadas e não jogar lixo nas ruas são bons exemplos.
fonte: estadao.com.br, Atualizado: 26/1/2011 0:09



RELATO DE UM MORADOR
Blog do Dr. Rodrigo Luz, morador de Nova Friburgo
UM DIA TRÁGICO NA HISTÓRIA DE NOVA FRIBURGO

Na manhã desta quarta-feira (12/01/2011), acordei com um helicóptero sobrevoando os céus de minha cidade (coisa rara de se ver num lugar do interior).

Choveu forte a madrugada toda. Eu mal tinha dormido por causa do barulho dos trovões e, por vezes, levantei para ir ao banheiro e beber água. Verifiquei numa das ocasiões que o meu apartamento estava sem luz. Senti fome e lembrei de comer a gelatina na geladeira antes que o doce derretesse. Voltava para a cama mas não conseguia entrar em acordo com a coberta para ajustar-me à temperatura do ambiente.

Logo que levantei, ouvi o barulho do tal helicóptero. Olhei pela janela e fiquei perplexo ao reparar que uma parte dos morros que circundam o centro da cidade tinha desabado. Uma tragédia havia acontecido poucos metros de minha residência.

Dentro de alguns instantes, eu teria um compromisso marcado com o meu cliente, agendado para às 8:40. Tratava-se de uma perícia judicial na área de engenharia, referente a um caso de deslizamento de terra ocorrido em janeiro de 2007 aqui na cidade. Juntos, eu e ele iríamos acompanhar o trabalho do perito engenheiro no local do acidente.

Contrariando meus hábitos de higiene, saí para trabalhar sem banho tomado porque não tinha luz para esquentar a água. Comi um pão de forma com mel e fui.

Ao colocar os pés no lado de fora da rua foi chocante. A portaria do meu prédio e as calçadas encontravam-se cobertas de lama. Vários paralelepípedos e tampas dos bueiros tinham sido deslocados. Porém, o pior eu ainda haveria de testemunhar.

Segui pela Praça Getúlio Vargas que mais parecia devastada por uma guerra. Era lama e água empoçada por todos os lados. Na medida em que eu caminhava em direção ao rio Bengalas, os estragos ficavam cada vez piores. Circulavam poucos carros, mas a todo instante ouvia-se o barulho das sirenes de uma viatura do Corpo de Bombeiros, da Polícia ou da Defesa Civil. As lojas ficaram inundadas de água e em alguns estabelecimentos o nível subiu bem mais do que um metro.

Pela visão parcial do deslizamento de terra que havia observado da janela de casa e com tanta movimentação das equipes de salvamento, não podia nutrir expectativas muito positivas do que pudesse ter ocorrido durante a madrugada e nas primeiras horas da manhã. Não podia imaginar que o barulho que tanto despertava meu sono talvez não fossem apenas os trovões, mas sim terríveis desabamentos de grandes proporções, destruindo casas, prédios, igrejas, ruas e hospitais, atingindo tanto favelas como áreas nobres da cidade. Algo incomparável com as enchentes de 2007, 2005 e de anos anteriores.

Aquelas cenas de destruição que logo de manhã eu estava presenciando ensinavam para mim que, quando chegam as tragédias, elas não avisam o dia e a hora, de modo que apenas podemos prever a época em que eventos deste tipo podem vir a suceder. Contudo, nesta quarta-feira cinzenta, eu estava vivendo um pouco daquilo que podemos imaginar ser um cenário apocalíptico. Era como se eu estivesse no terremoto do Haiti, nos bombardeios da segunda guerra mundial ou fosse vizinho das torres gêmeas do WTC no dia 11 de setembro de 2001.

Às vezes parece que vivemos mesmo num mundo de Alice. Temos nossos sentimentos e consciências anestesiados por um contato artificial com as coisas, sem darmos conta da realidade em que nos encontramos. Não só as programações da TV e a internet distraem nossas mentes, como as comodidades proporcionadas pela tecnologia e a prestação contínua de serviços essenciais fazem-nos esquecer facilmente do ambiente instável onde edificamos as cidades.

Nesta quarta-feira 12, experimentei por longas horas o que é ficar sem luz, sem telefone, sem serviços de transporte e sem condições para trabalhar, o que é de menos em face de tantas tragédias. Vi minha cidade parar e, por um fato da natureza, precisei abandonar um compromisso sem a possibilidade de estabelecer a comunicação através do celular. Também não pude transmitir nenhuma notícia aos meus parentes no Rio de Janeiro, os quais já estavam preocupados desde o dia anterior quando os telejornais tinham informado o desabamento de um prédio no bairro Olaria.

Tristes dias têm sido estes que já começamos a presenciar nas primeiras décadas do século XXI, mostrando-nos um cenário desolador que, pelas previsões dos cientistas ambientalistas, aponta para um período repleto de tragédias climáticas, capazes de por em dúvida a continuidade da espécie humana no planeta. Ou seja, cuida-se de um novo tempo que não só vem confirmar o cumprimento de antigas profecias, mas também denunciar o principal responsável pelas infelizes catástrofes – o homem (nós).

Nestas horas há quem culpe Deus e até blasfeme contra o Nome do Santo. Eu, porém, só posso ser grato ao meu Criador pela sua bondade para comigo, sabendo que Ele entregou uma terra perfeita à humanidade e que s temos destruído com nossa ambição desmedida. Isto porque, ao violarmos as leis da natureza, atraímos um retorno contra nós mesmos, sem que a tempestade faça acepção de pessoas. Pois, quando uma tromba d'água desce, morre o rico assim como morre o pobre e a enxurrada pode levar tanto o poluidor quanto o ambientalista, o justo junto com o pecador, bastando que se esteja em condições de vulnerabilidade.

Após ter aguardado infrutiferamente o meu cliente no local marcado, decidi voltar para casa. Permanecer na rua, junto com uma multidão de curiosos só contribuiria para atrapalhar ainda mais o trabalho dos agentes da Defesa Civil. Aquele tratava-se de um dia mal e ninguém poderia prosseguir nas suas atividades normais. Nada que estivesse ao meu alcance poderia ser feito pelas vítimas e seus familiares, a não ser calar-me, respeitar o sofrimento de meu próximo e ser grato a Deus pela oportunidade de continuar vivo.

OBS 1: O fornecimento de energia só foi retornando a partir da noite de 12/01 (na minha rua a luz chegou na tarde 13/01). O comércio ficou praticamente fechado por todo o dia 12. No dia 13, algumas portas se abriram e ontem (14) já tinha mais estabelecimentos funcionando com longas filas para as pessoas entrarem em mercados, padarias e farmácias. Até hoje não se aceitava pagamento pelo cartão de crédito e não tinha como tirar dinheiro no caixa eletrônico dos bancos que ainda estão fechados. Os serviços de transporte, telefonia, abastecimento de água e internet pararam. Até o momento já foram contabilizados mais de 200 mortos, sendo grande a quantidade de gente desabrigada e desalojada. Só hoje (15) é que consegui acessar a internet. Felizmente eu e minha esposa Núbia estamos todos bem!

OBS 2: As pessoas em minha cidade estão precisando de várias coisas, dentre as quais água mineral, alimentos não perecíveis e de pronto consumo (massas e sopas desidratadas, biscoitos, cereais), leite em pó, cesta básica, colchonetes, cobertores, kits de higiene pessoal e fraldas descartáveis, etc. Minha igreja está buscando uma ação coordenada e os contatos podem ser feitos com o Pr. Robson Rodrigues pelo telefone (22) 9213-3016 e um fixo no Rio de Janeiro (21)3079-0626.

"O maior problema agora será mesmo administrar esta questão logística.

**Hoje o HEMORIO trouxe um ônibus móvel para a cidade. Doadores de sangue não faltaram e a maioria acabou sendo recusada (notícia que não saiu no JN). O Estado simplesmente não mandou material suficiente e os funcionários estavam trabalhando em péssimas condições. Aí, no começo da tarde, voltou a chover forte, a rua inundou e acabei sento o último a doar sangue (meu número de senha era o 55). Depois não sei no que deu.

Concordo que a região serrana não tem condições geográficas para crescer. Na Suíça, a cidade de Fribourg, que originou o nosso povoamento, tem uma população be menor do que a nossa e, pelo que sei, há uma limitação populacional em que o excedentte é orientado a migrar para outros vales.

Verdade é que os nossos políticos não estão nem aí para esta situação. Agora todos fingem se comover, mas na maior parte do ano falta política habitacional e o dinheiro da ajuda das tragédias acaba sendo muito mal aplicado.
Acho que as chuvas de 1987 em Petrópolis não superaram as tragédias deste começo de ano."


CPTEC - Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos
Link importante:
Situação Meteorológica do Sudeste. aqui

Fomos nos que fizemos a chuva.
Cientistas finalmente mostraram que o aquecimento global é responsável pelas enchentes que têm assolado o mundo. O que fazer para evitar novas tragédias. aqui
Revista Época 19/02/2011 - Ciência e Tecnologia




terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Moda outono-inverno 2011

A Semana de moda do Rio vai até sábado. Estou selecionando o que eu gostaria de usar.

Basthianna: Gostei das cores, a blusa é do tipo que eu uso, adorei o colar.

Basthianna: Gostei das cores, a blusa não pode ser transparente, calça sport bem confortável.
Santa Ephifênia: achei chique.
Santa Ephigênia: gostei do casaco de renda.
Giulietta: Adorei o casaco. Só esqueceram de colocar uma calça.
Giulietta: Bem comportado.
Carlos Miele: Embora a calça seja uma pouco larga, ficou muito bonito o conjunto. A sandália continua na moda.

Carlos Miele: gostei das cores, saia longa para o inverno promete.


Patrícia Vieira: Casaco de couro com vestido.


Patrícia Vieira: Lindo conjunto.
My Philosophy: Bem comportado, estampa preto e branca de novo.



My Philosophy: Pena que é tão curto. A meia é linda.


Sacada: Adorei a estampa. Acho que a maioria dos vestidos que escolhi são tubinhos.


Sacada: Adorei a calça.


Victor Dzenk: a calça e o sapato se misturam.


Victor Dzenk: Finalmente o azul que eu amo.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Começar de novo


Recomeçar!
Eu passei pelo Natal e pela virada do Ano sem grandes emoções. Sabia que tudo estaria da mesma forma assim que estas festas terminassem. Não me afastei de Jesus e da minha eterna dependência da sua proteção e misericórdia, porém não vivi como deveria o Advento e todo o ritual da Santa Mãe Igreja. Faltou projetos para 2011? Não, pelo contrário, estou em plena execução. Tentando proteger aquilo que conquistei com suor e lágrimas durante toda a minha vida.Tentando consertar aquilo que o tempo estragou. Tentando com pouco dinheiro manter minha dignidade.Ensinando aos meus filhos que é preciso cuidar do que temos, ajudar um ao outro, e valorizar o esforço de cada um. Mesmo que com tanto sacrifício não tenhamos feito o melhor, demos o que tínhamos disponível. Só peço a Deus que nos dê saúde, o resto a gente se vira.O importante é que nos amamos muito e nos valorizamos.

Minha família



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL


COROA DO ADVENTO

ÁRVORE DE NATAL DA LAGOA RODRIGO DE FREITAS 2010

MEU FILHO COM 3 MESES

OS TEMPOS MUDAM, MAS OS SENTIMENTOS CONTINUAM OS MESMO... NA ERA DIGITAL.